sexta-feira, 15 de julho de 2011

CARTAS PARA JULIETA

NOSSA ACABEI DE ASSISTIR A ESTE BELISSIMO FILME É MUITO BOM .
FALA DA HISTORIA DE UMA JOVEM QUE FOI PASSAR A PRÉ LUA DE MEL EM VERONA ,MAS O NOIVO DELA É MUITO CHATO POIS SÓ TRABALHAVA EM VEZ DE FICAR COM A NOIVA ,ELE ARRANJAVA PASSEIOS PARA PODER COMPRAR AS COISAS PARA O RESTAURANTE QUE IA INAUGURAR EM BREVE ,E ELA NÃO GOSTAVA NEM UM POUCO DE SER POSTA DE LADO É CLARO .AI ELA TEVE A BRILHANTE IDEIA DE CONHECER ALGUNS LUGARES SOZINHA E FOI ASSIM QUE NOSSA PROTAGONISTA ENCONTROU A CASA DA JULIETA ONDE MULHERES DE TODA A PARTE IAM PARA ESCREVER CARTAS PARA A JULIETA E ESPERAVAM ANCIOSAS AS RESPOSTAS POIS MULHERES ROMANTICAS ESCREVIAM DE VOLTA AS RESPOSTAS AS PERGUNTAS FEITAS NA CARTA ,ELAS SE INTITULAVAM SECRETARIAS DE JULIETA .
A NOIVA CONHECEU E FICOU AMIGA DESTAS "SECRETARIAS" ,ELA FOI AJUDAR A PEGAR AS CARTAS DEIXADAS EM UM MURO POR MULHERES TRISTES ,ALEGRES ,CHIFRUDAS,MAL AMADAS ETC.ELA ACHOU UMA CARTA ESCONDIDA A 50 ANOS EM UM BURAQUINHO DO MURO E RESPONDEU A MULHER APAIXONADA MAS MEDROSA ,APOS O ENVIO DA RESPOSTA VEIO O NETO COM SUA AVÓ A PROCURA DO AMADO ABANDONADO .ASSISTAM O FILME MUITO LINDO MESMO OTIMO PARA SE EMOCIONAR.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

JORNAL + EDUCAÇÃO

NOSSA ESTOU ANSIOSA PARA QUE O JORNAL DO PROJETO FIQUE PRONTO LOGO SÓ FALTAM ALGUNS DETALHES ,E ISTO É OTIMO ,HOJE EU E AS MENINAS ESCOLHEMOS O NOME PARA O JORNAL ,A PRIMEIRA EDIÇÃO É LOGICO QUE VOU POSTAR AQUI EM PRIMEIRA MÃO BJS DA PROF° SUSU....

LIVRO "O CORTIÇO

O cortiço

Um homem qualquer, trabalhador e muito economizador adquire fortuna, amiga-se a uma negra de um cego e sente cada vez mais sede de riqueza. Arranja confusões com um novo vizinho(Miranda) ao disputar palmos de terra. Chega a roubar para construir o que tanto almejava: um cortiço com casinhas e tinas para lavadeiras. Prosperou em seu projeto. João invejava seu vizinho. Veio morar na casa de Miranda, Henrique, acadêmico de medicina, a fim de terminar os estudos. Nessa casa, além de escravos e sua família morava um senhor parasita (Botelho, ex-empregado). D. Estela (esposa de Miranda) andava se "escovando" com o Henrique, porém acabaram sendo flagrados pelo velho Botelho.
O cotidiano da vida no cortiço ia de acordo com a rotina e a realidade de seus moradores, onde lavadeiras eram o tipo mais comum. Jerônimo (português, alto, 35 a 40 anos), foi conversar com João oferecendo-lhe serviços para a sua pedreira. Com custo, depois de prosearem bastante, João aceitou a proposta, com a condição dele morar no cortiço e comprar em sua venda. A mudança de Jerônimo e Piedade se sucedeu sob comentários e cochichos das lavadeiras. Após alguns meses eles foram conquistando a total confiança de todos, por serem sinceros , sérios e respeitáveis. Tinham vida simples e sua filhinha estudava num internato. No domingo todos vestem a melhor roupa e se reúnem para jantar, dançar, festejar, tudo muito a vontade. Depois de três meses Rita Baiana volta. Nessas reuniões sobressaia o "Choro", muito bem representado pela Baiana e seu amante Firmo.
Toda aquela agilidade na dança deixara Jerônimo admirado ao ponto de perder a noite em claro pensando na mulata. Pombinha tirava esses dias para escrever cartas. Henrique entretia-se a olhar Leocádia, que em troca de um coelho satisfez sua vontade física(transa), quando foram pegos por Bruno(seu marido), que bateu na mesma e despejou-a de sua casa depois de fazer um baita escândalo. Jerônimo mudou seus costumes, brigava com sua e a cada dia mais se afeiçoava pela mulata Rita. Firmo sentia-se enciumado. Florinda engravidou de Domingos (caixeiro da venda de João Romão), o mesmo foi obrigado a casar-se ou fornecer dotes.
Foi aquele rebuliço em todo cortiço, nada mais falavam além disso, Florinda viu-se obrigada a fugir de casa. Léonie(prostituta alto nível) aparece emperiquitada com sua afilhada Juju, todos admiravam quanta riqueza, mas nem por isso deixaram sua amizade de lado. Léonie era muito amiga de Pombinha. Na casa de Miranda era uma festa só! Ele havia sido agraciado com o título de Barão do Freixal pelo governo português. João indagava-se, por não ter desfrutado os prazeres da vida, ficando só a economizar. Diante de tal injúria, com muito mau humor implicava com tudo e todos do cortiço. Fez despejar na rua todos os pertences de Marciana. Acusou-a de vagabunda, acabando ela na cadeia.
A festa do Miranda esquentava e João recebeu convite para ir lá, o que o deixou ainda mais injuriado. O forró no cortiço começou, porém briga feia se travou entre Jerônimo e Firmo. Barricada impedia a polícia entrar, o incêndio no 12 fez subir grande desespero, era um corre-corre, polícia, acidentados (Jerônimo levou uma navalhada) e para finalizar caiu uma baita chuva.João foi chamado a depor, muitos do cortiço o seguiram até a delegacia, como em mutirão. Rita incansavelmente cuidava do enfermo Jerônimo dia e noite.
No cortiço nada se dizia a respeito dos culpados e vítimas. Piedade não se agüentava chorando muito descontente e desesperada por seu marido acidentado. Firmo não mais entrava por lá, ameaçado por João Romão de ser entregue a polícia. Pombinha amanheceu indisposta decorrente da visita feita no dia anterior à Léonie. Esta, como era de seu costume, atrancou Pombinha em beijos e afagos, pois era além de prostituta, lésbica. Isso deixara a menina traumatizada, que por força e insistência de sua mãe, saiu a dar voltas atrás do cortiço, onde cochilou, sonhou e ao acordar virou mulher.
A festa se fez por D. Isabel, ao saber de tão esperada notícia. Estava Pombinha a preparar seu enxoval quando Bruno chegou e lhe pediu que escrevesse uma carta a Leocádia. Ele chorava... Ela, ao ver a reação de submissão dele, desfrutava sua nova sensação de posse do domínio feminino. Imaginava furtivamente a vida de todos, pois sua escrivania servia de confessionário. Via em seu viver que tudo aquilo continuaria, pois não haviam homens dignos que merecessem seu amor e respeito. Pombinha, mesmo incerta, casa-se com o Costa, foi grande a comoção no cortiço. Surgiu um novo cortiço ali perto, o "Cabeça de Gato". A rivalidade com o cortiço de João Romão foi criada. Firmo hospedou-se lá, tendo ainda mais motivos contra Jerônimo. João, satisfeito com sua segurança sobre os hóspedes, investia agora em seu visual e cultura, com roupas, danças, leituras e uma amizade com Miranda e o velho Botelho.
Ele e o velho estavam tramando coisa com a filha do Barão. Fez-se um jantar no qual João foi todo emperiquitado. João naquele momento de auge em sua vida, via-se numa situação em que necessitava livrar-se da negra, chegou a pensar em sua morte. Sem nem mesmo repousar após sua alta do hospital, Jerônimo foi conversar com Zé Carlos e Pataca a respeito do extermínio do Firmo. O dia corria, João proseava com Zulmira na janela da casa de Miranda, sentindo-se familiarizado. Jerônimo foi realizar seu plano encontrando-se com os outros dois no Garnisé (bar em frente ao cemitério).
Pataca entrou no bar, encontrou por acaso com Florinda, que se ajeitara na vida e dera-lhe notícia que sua mãe parara num hospício. Firmo aparece e Pataca o faz sair até a praia com pretexto de Rita estar lá. Muito chapado seguiu-o. Lá os três treteiros espancaram-lhe e lançaram-lhe ao mar. Chovia muito e ao ir para casa, Jerônimo desiste e se dirige à casa da Rita. O encontro foi efervescente por ambas as partes. Tudo estava resolvido, fugiriam no dia seguinte. Piedade, ao passar das horas, mais desesperada ficava. Ao amanhecer do dia chorava aos prantos e no cortiço nada mais se ouvia senão comentários sobre o sumiço do Jerônimo.
A morte de Firmo já rolava solta no cortiço. Rita encontrava-se com Jerônimo. Ele, sonhando começar vida nova, escreve logo ao vendeiro despedindo-se do emprego, e à mulher constando-lhe do acontecido e prometendo-lhe somente pagar o colégio da garota. Piedade e Rita se atracaram no momento em que a mulata saía de mudança, o cortiço todo e mais pessoas que surgiram, entraram na briga. Foi um tremendo alvoroço, acabara sendo uma disputa nacional (Portugueses x Brasileiros).
Nem a polícia teve coragem de entrar sem reforço. Os Cabeças de Gato também entraram na briga. Travou-se a guerra, a luta dos capoeiristas rivais aumentava progressivamente quando o incêndio no 88 desatou, ensangüentando o ar. A causa foi a mesma anterior, por um desejo maquiavélico, a velha considerada bruxa incendiou sua casa, onde morreu queimada e soterrada, rindo ébria de satisfação. Com todo alvoroço, surgia água de todos os lados e só se pôs fim na situação quando os bombeiros, vistos como heróis, chegaram. O velho Libório (mendigo hospedado num canto do cortiço) ia fugindo em meio a confusão, mas João o seguiu.
Estava o velho com oito garrafas cheias de notas de vários valores, essas que João roubou e fugiu, deixando-o arder em brasas. Morrera naquele incêndio a Bruxa, o Libório e a filhinha da Augusta além de muitos feridos. Para João o incêndio era visto como lucro, pois o cortiço estava no seguro, fazendo ele planos de expansão baseado no dinheiro do velho mendigo. Por conseqüências do incêndio Bruno foi parar no hospital, onde Leocádia foi visitá-lo ocorrendo assim a reconciliação de ambos. As reformas expandiram-se até o armazém e as mudanças no estilo de João também alcançavam um nível social cada vez mais alto.
Com amizade fortificada junto ao Miranda e sua família, pediu a mão de Zulmira em casamento. Bertoleza, arrasada e acabada daquela vida, esperava dele somente abrigo em sua velhice, nada mais.Jerônimo abrasileirou-se de vez. Com todos costumes baianos deleitava-se a viver feliz com a mulata Rita. Piedade desolada de tristeza habituara-se a beber e começou a receber visitas aos domingos de sua filhinha (9 anos), que logo cativou todo o cortiço, crismada por todos como "Senhorinha". Acabados por desgraças da vida, Jerônimo e Piedade não mais guardavam rancor um do outro, ambos se estimavam e em comum possuíam somente a filha a cuidar. Jerônimo arrependia-se , mas não voltaria atrás. Deu-se a beber também.
O cortiço não parecia mais o mesmo, agora calçado, iluminado e arrumado todo por igual. O sobrado do vendeiro também não ficara para trás nas reformas. Quem se destacou foi Albino (lavadeiro homossexual) com a arrumação de sua casa. A vida transcorria, novos moradores chegavam. Já não se lia sob a luz vermelha na porta do cortiço "Estalagem de São Romão", mas sim "Avenida São Romão". Já não se fazia o "Choradinho" e a "Cana-verde", a moda agora era o forrobodó em casa, e justo num desses em casa de das Dores, Piedade enchera a cara e Pataca é que lhe fizera companhia querendo agarrá-la depois de ouvir seus lamentos, mas a caninha surtiu efeito (vômito) e nada se sucedeu.
João Romão não pregara os olhos a pensar no que fazer para dar um fim na crioula Bertoleza. Agostinho (filho da Augusta) sofrera acidente na pedreira, ficara totalmente estraçalhado. Foi aquele desespero no cortiço. Botelho foi falar a João logo cedo. Bertoleza ao ouvir, pôs-se respeito diante da situação e exigiu seus direitos, discutiram o assunto e nada resolveram. João se irritara e tivera a idéia de mandá-la de volta ao dono propondo esse serviço ao velho Botelho, que aliás recebia dele remuneração por tudo que lhe prestava. Em volta do desassossego e mau estar de João e Bertoleza o armazém prosperava de vento em poupa aumentando o nível dos clientes e das mercadorias.
Sua Avenida agora era freqüentada por gente de porte mais fino como alfaiates, operários, artistas, etc. Florinda ainda de luto por sua mãe Marciana, estava envolvida agora com um despachante. A Machona (Augusta) quebrara o gênio depois da morte de Agostinho. Neném arrumara pretendente. Alexandre fora promovido à sargento. Pombinha juntara-se à Léonie e atirara-se ao mundo. De tanto desgosto, D. Isabel (mãe de Pombinha) morrera em uma casa de saúde. Piedade recebia ajuda da Pombinha para sobreviver, pois estimava Senhorinha, apesar de saber que o fim da pobre garotinha seria como o seu.
Mesmo assim Piedade foi despejada indo refugiar-se no Cabeça de Gato, que tornara-se claramente um verdadeiro cortiço fluminense. Ocorreu um encontro em uma confeitaria na Rua do Ouvidor, entre a família do Miranda, o Botelho e o João Romão que puseram-se a prosear. Na volta, seguindo em direção ao Largo São Francisco, João e Botelho optaram em ficar na cidade a conversar sobre o fim que se daria a crioula. Estava tudo certo, seu dono iria buscá-la junto á polícia. Quando isso sucedeu-se, ao ver-se sem saída, impetuosa a fugir, com a mesma faca que descamava e limpava peixes para o João, Bertoleza rasgou seu ventre fora a fora. Naquele mesmo instante João Romão recebera um diploma de sócio benemérito da comissão abolicionista.

A professora maluquinha

Livro - A professora maluquinha
Autor – Ziraldo
Resumo por Sueli Valquiria C.S.Rodrigues

Este foi um livro muito interessante que eu jamais esqueci, fala da historia de uma professora contada pelos alunos que ela deixou para trás para fugir com o namorado.
As crianças jamais esqueceram dela, pois as aulas eram divertidíssimas.
Seus alunos estavam na fase de aprender a ler e aprendiam de uma forma muito diferente e nada tradicional, ela era liberal tudo era festa e brincadeira não dava zero aos alunos porque zero não existia para ela dava prêmios para quem lesse mais depressa, quando um aluno brigava com o outro ela montava um júri para que os próprios alunos decidissem o que fazer e que atitude tomar sua sala tinha muito barulho e risos afinal à felicidade morava lá ,e quando a diretora abria a porta todos tinham que parar de rir e aprender pois ela ensinava rindo as crianças com todas as regras quebradas aprenderam muito mais rápido do que com as regras.
Nossa nunca esqueci este livro e agora como professora procuro ser um pouco maluquinha de vez em quando ,tanto é que no projeto MAIS EDUCAÇÃO em que participo meus alunos aprendem brincando e agora lembrando do livro lembrei da diretora entrando na minha sala e dizendo parem com esta bagunça vocês estão atrapalhando as outras salas ,bem não era bagunça era uma dinâmica de apresentação que estava aplicando naquele momento e as crianças  e eu nos empolgamos um pouquinho,lembrei do livro foi igual quando a diretora entrava e falava parem com esta felicidade . fazendo uma pesquisa pois não lembrava de detalhes do livro achei este site foi ótimo ler de novo estes parágrafos confiram o texto completo neste endereço eletrônico.

“Na nossa imaginação ela entrava voando pela sala (como um anjo) e tinha estrelas no lugar do olhar. Tinha voz e gesto de sereia e vento o tempo todo nos cabelos (na nossa imaginação). Seu rosto era solto como um passarinho. Ela era uma professora inimaginável. Anjo, estrela, sereia, passarinho, essa professora é também diabólica, pois ousa infringir as normas da escola e situar-se ao lado dos deuses. Afinal, em sua opinião, é o professor quem termina por acrescentar ao homem o “sentido que o completa”, ao proporcionar-lhe o desenvolvimento da capacidade de ler e de escrever. O homem nasce com visão, audição, olfato, tato e gustação. Mas não nasce completo. Falta a ele capacidade de ler e escrever como quem fala e escuta. É a professora que — como um deus — acrescenta ao homem esse sentido que o completa! Mas não nos apressemos em julgá-la rápido demais. Anjo, demônio, fada ou deusa, essa professora permanece imperfeita, mesmo aos olhos daqueles que a veneram: não sabe tudo, como querem os mestres em seu lugar de mestres, mas apenas o que lhe for suficiente para seguir seu desejo (a História e a Geografia para viajar pelo mundo); não está sempre atenta e responsiva, mas, às vezes, chega “na sala com um bico maior que o de um tucano”; não acerta sempre, mas possui a sabedoria daqueles que conseguem fazer do erro um outro caminho, um caminho possível. Quem será capaz de trilhar, com essa professora inesquecível, esses caminhos do erro e da errância de uma aprendizagem? Do outro lado da mesa estamos ‘nós — Athos, Portos, Aramis, D’Artagnan e Ana Maria Barcellos Pereira, a chefe’”. E, do outro lado do livro, estamos nós, leitores compactuado com esse ensino errante e entusiasmado, leitores desejantes dessa leitura do mundo a que somos convocados pela maluquinha, leitores apaixonados por essa escola em que a alegria e a algazarra têm lugar”.
O livro de Ziraldo, escrita-homenagem a uma professora inesquecível, escreve-se também como uma celebração de um certo ensino, um ensino com que, em geral, sonhamos, mas que dificilmente praticamos. Porque se trata de um ensino difícil de se praticar. Não de um ensino difícil, mas justamente de um ensino que esbarra na dificuldade que consiste em abrir mão de uma posição de saber, para ocupar, com todos os riscos que essa atitude implica, uma posição de desejo, uma posição desejante.
“Quando eu te vejo, eu desejo o teu desejo.”
Por isso, nós, que estamos do outro lado da mesa, do outro lado do livro, desejamos os prêmios que a professora nos oferece, desejamos ler depressa como locutores de rádio, desejamos saber onde se encontra Kubakalan, a cidade inexistente. E por isso desejamos também as serenatas do outro lado do muro, a decifração da mensagem secreta, à fuga esperada ao final da história. Entre as generalidades que a professora maluquinha costumava ensinar, há uma que se repete, subliminarmente, a cada página do livro: “que estar enamorado é estar em estado de amor: in amor”. Este livro de Ziraldo nos fala, sobretudo de um sujeito enamorado de certa professora maluquinha, por sua vez, enamorada de certo ensino e de certo saber.
Foi muito bom lembrar de detalhes como estes já que este livro me inspirou a ser uma professora.

domingo, 22 de maio de 2011

atividade metodologia 4 avaliação do aluno especial

UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS
Taubaté – Unimes Virtual
Metodologia da Pesquisa cientifica
Aluna: Sueli Valquiria Camphora da Silva Rodrigues
Curso Pedagogia 3°semestre.

Qual é o problema?
O problema central é a avaliação da criança com necessidades especiais no ensino fundamental. Sendo que esta avaliação se integra com a sociedade não só dentro da escola, mas em casa com a família.
Com a criança na escola, no meio dos colegas e professores esta aprende a desenvolver-se como sujeito de suas ações adquirindo autonomia sobre ela mesma. Interagindo na escola e com a família ela aprende, soma conhecimentos que usara por toda a sua vida.
 Através da avaliação que vamos conhecer o aluno e o processo que será mais adequado para sua aprendizagem, formação e emancipação. E a avaliação processual, essa avalia o aluno ao logo do processo de aprendizagem, é o registro do professor em diferentes momentos da pratica pedagógica. Neste registro vamos encontrar as habilidade que o aluno alcançou e as que ele necessita alcançar.

1: - Livro: referencial sobre avaliação da aprendizagem de alunos com necessidade educacional especial. Prefeitura de São Paulo

2: - Ana Augusta S. Oliveira. Docente – Unesp/Marilia SP
3: - Vygotsky

quarta-feira, 4 de maio de 2011

flor para mãe



Atenção o  coração é a pétala  da florzinha  o circulo é o miolinho  e tem o caule com as folhas .
clique na imagem para copiar cole no word ou nas imagens e imprima para recortar o modelo.
passe o modelo para o estencil e mimeografe para seus alunos .

 bjs prof° SUSU...



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Medidas educativas contra o Cyberbullying aos professores ou alunos.

Medidas educativas contra o Cyberbullying aos professores ou alunos.
“Diante do que já estudamos sobre o bullying nas atividades anteriores, sugerimos que agora você reflita sobre a matéria jornalística abaixo, de modo a se colocar como um pedagogo, gestor da escola onde o professor de matemática atua, de forma a elaborar uma medida educativa para que os alunos envolvidos direta e indiretamente com o caso, possam refletir sobre a atitude de cyberbullying feita contra o professor e sobre a maneira como este se valeu do seu direito de cidadão frente ao ocorrido”.
 Conforme foi visto na matéria devemos orientar aos infratores as conseqüências deste ato criminal que vem ocorrendo com freqüência entre os jovens estudantes que cada vez mais cedo tomam a decisão de perseguir os colegas ou professores.
Se você é estudante e está sofrendo bullying busque a ajuda do seu professor, orientador pedagógico ou diretor e também comunique os seus pais ou responsáveis, explicando exatamente o que acontece e quem são os envolvidos.
A atitude jurídica mais efetiva a ser tomada, em caso de bullying, é Ata Notarial (prevista nos art. 6º e 7º da Lei Federal 8935/94 e art. 236 da Constituição Federal), que é um relato feito em um Cartório de Notas, onde ofendido contará detalhadamente as agressões sofridas.
Se o ofendido for menor de idade, seus pais, responsáveis legais ou tutores poderão fazê-lo, mediante o pagamento de uma taxa cujo valor é de R$ 280,00.  Dependendo do caso, um tabelião poderá ser enviado ao local dos fatos, para observar e elaborar um parecer e, assim sendo, o valor poderá aumentar. A Ata Notarial é uma forma de produzir uma prova antecipada, para que a pessoa prejudicada possa entrar com a ação na justiça e também pode e deve ser usada em casos de cyberbullying,  O computador do ofendido será periciado, as páginas, redes sociais, comunidades, blogs e e-mails serão registrados por um perito autorizado.
É importante que a vítima do cyberbullyng arquive as páginas e os endereços eletrônicos.
No caso de pais de baixa renda ou desempregados não terem o dinheiro para a taxa no cartório eles podem procurar na justiça através do ministério publico, na vara da infância e juventude conselhos tutelares e Ongs, evitando expor a criança, já traumatizada, às filas de uma delegacia (embora existam divergências jurídicas, transcrevo um julgado da 4a. Turma do STJ, nesse sentido: “A Vara da Infância e da Juventude é órgão competente para processar e julgar qualquer ação civil pública, individual ou coletiva, que trate dos interesses da criança e do adolescente”. Foi o que decidiu a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça ao conhecer do recurso especial movido pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais contra decisão do Tribunal de Justiça/MG).
Voltando ao valor da taxa, a história fica dessa forma: os pais reclamam nos órgãos competentes, que abrem o devido processo legal e, após este ser aberto, há a possibilidade de ser pedida à gratuidade da justiça, para que a ata notarial seja lavrada, mas só se o juiz, que estiver julgando a causa, determinar.
Como pedagoga devemos mostrar aos outros indivíduos que estudam e trabalham na escola as conseqüências dos atos como vimos na reportagem o professor foi indenizado pelos pais dos alunos envolvidos e os alunos tiveram como medidas educativas que dar palestras aos outros alunos sobre o assunto em questão : cyberbullyng.
Devemos também orientar aos pais dos envolvidos a leva-los em uma psicóloga para entenderem o que fizeram e absorverem melhor a ideia de que ofender ao próximo é errado, poderíamos dar aos alunos trabalhos educativos dentro da escola como, por exemplo, alem das palestras em um horário oposto as aulas trabalharem por uma hora com as crianças menores sobre isto com desenhos, musicas, jogos lúdicos e aprenderem a lidar com as diferenças, pois eles ofendem aos diferentes sem nenhuma razão. Geralmente os alunos que tomam a atitude de ofender ao próximo são de uma família de renda media alta, ganham “mesada” e presentes para compensar o tempo que os pais estão longe, em vez de trabalhar somente com os filhos devemos também orientar os pais, na reportagem alegaram não ter tempo para estar com o próprio filho, sendo assim orientamos aos pais que em vez de dinheiro passem a dar mais atenção aos filhos, consequentemente mais tarde, poderão estar ate mesmo usando drogas para compensar a falta dos mesmos dando presentes mais não atenção.  
Neste site achei as informações usadas no inicio deste texto que elaborei:

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Tudo começou quando a turma de Direito da Faculdade resolveu transformar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. A turma fez a seguinte frase:
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Aí, o pessoal de Medicina resolveu provocar:
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O pessoal de Administração não deixou por menos:
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E a turma de Agronomia mandou esta:
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E não termina por aí! Depois foi a vez do pessoal da Publicidade:
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Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:
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Mas a frase campeã foi realmente a da Contabilidade:
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NOVA FRASE DAS MENINAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO:

De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes e ter dinheiro… se no final das contas a gente sempre precisa ensinar a comer!


CONSELHOS

Três conselhos...

     Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:

 

 
         "Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim, pois eu serei fiel a você. " 



 
     Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda.
     O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito.
     O pacto foi o seguinte:
 

 
     "Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
     EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO. Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora.
     No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho".
          
 
     Tudo combinado.    
     Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso.
     Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:
     "Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa." 



 
          O patrão então lhe respondeu:
          "Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
          Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
          Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos; se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro.
          Vá para o seu quarto, pense e depois me
     dê a resposta. 

 
     Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: "QUERO OS TRÊS CONSELHOS."
     O patrão novamente frisou: "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro."
     E o empregado respondeu: "Quero os conselhos.



 
     O patrão então lhe falou:
     1. NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida.
     2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal.
     3. NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se arrepender
e ser tarde demais.


 
     Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:
     "AQUI VOCÊ TEM TRÊS PÃES, estes dois são para você comer durante a viagem e este terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa.“
     O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele
tanto amava.



 
     Após primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou: "Pra onde você vai?“
     Ele respondeu: "Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada." 
     O andarilho disse-lhe então: "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez,
e você chega em poucos dias...“


 
     O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.
     Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
     Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. 



 
     Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
     De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.
     Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho.
     Voltou, deitou-se e dormiu.
    



 
     Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia escutado gritos durante a noite, e ele respondeu que sim.
     O hospedeiro perguntou-lhe se não estava curioso a respeito, e ele respondeu que não..
     O hospedeiro prosseguiu: “VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite... e quando
o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.”
    



 
     O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa.
     Depois de muitos dias e noites de caminhada... Já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
     Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só.
     Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um homem a quem estava acariciando
os cabelos.



 
     Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade.
    Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho.
     Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.



 
     Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele pensou:
"NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.
     Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
     Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA".



 
     Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
     Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente.
     Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos lhe diz: "Eu fui fiel a você e você me traiu..."
     Ela espantada lhe responde: "Como? Eu nunca lhe trai, esperei durante esses vintes anos!"
     Ele então lhe perguntou: "E aquele homem que
você estava acariciando ontem ao entardecer?"



 
     "AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade.
     Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café.
     Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
    



 
     APÓS A ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele parte o pão e, ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação!  



 
     Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...
     Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará...
     Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois....
    



 
     Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses três conselhos e que, principalmente, não se esqueça de CONFIAR em DEUS... (mesmo que a vida, muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).


 

terça-feira, 12 de abril de 2011

videos sobre a literatura de monteiro lobato


















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Semana Monteiro Lobato

José Bento Renato Monteiro Lobato (Taubaté18 de abril de 1882 – São Paulo4 de julho de 1948)[1] foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel ("Contos da Carochinha") da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O Presidente Negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939).



Livros infantis

O livro que lançou Lobato foi "A menina do narizinho arrebitado", em 1920, nunca reeditado, exceto em uma pequena edição fac simile em 1981, e hoje considerada uma obra rara tanto a primeira edição quanto a edição fac simile. A maioria das histórias de seus livros infantis se passavam no Sítio do Picapau Amarelo, um sítio no interior do Brasil, tendo como uma das personagens a senhora dona da fazenda Dona Benta, seus netos Narizinho e Pedrinho e a empregada Tia Nastácia. Esses personagens foram complementados por entidades criadas ou animadas pela imaginação das crianças na história: a boneca irreverente Emília e o aristocrático boneco de sabugo de milho Visconde de Sabugosa, a vaca Mocha, o burro Conselheiro, o porco Rabicó e o rinoceronte Quindim.
No entanto, as aventuras na maioria se passam em outros lugares: ou num mundo de fantasia inventados pelas crianças, ou em histórias contadas por Dona Benta no começo da noite. Esses três universos são interligados para a histórias e lendas contadas pela avó naturalmente se tornarem cenário para o faz-de-conta, incrementado pelo dia-a-dia dos acontecimentos no sítio.
Coleção Sítio do Picapau Amarelo
Outros livros infantis
Alguns foram incluídos, posteriormente, nos livros da série O Sítio do Picapau Amarelo. Os primeiros foram compilados no volumeReinações de Narizinho, de 1931, em catálogo apenas como tal até os dias atuais.
  • 1920 - A menina do narizinho arrebitado
  • 1921 - Fábulas de Narizinho
  • 1921 - Narizinho arrebitado (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1922 - O marquês de Rabicó (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1924 - A caçada da onça
  • 1924 - Jeca Tatuzinho
  • 1924 - O noivado de Narizinho (incluído em Reinações de Narizinho, com o nome de O casamento de Narizinho)
  • 1928 - Aventuras do príncipe (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1928 - O Gato Félix (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1928 - A cara de coruja (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1929 - O irmão de Pinóquio (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1929 - O circo de escavalinho (incluído em "Reinações de Narizinho, com o nome O circo de cavalinhos)
  • 1930 - A pena de papagaio (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1931 - O pó de pirlimpimpim (incluído em Reinações de Narizinho)
  • 1933 - Novas reinações de Narizinho
  • 1938 - O museu da Emília (peça de teatro, incluída no livro Histórias diversas)

[editar]Livros para adultos

  • O Saci Pererê: resultado de um inquérito (1918)
  • Urupês (1918)
  • Problema vital (1918)
  • Cidades mortas (1919)
  • Ideias de Jeca Tatu (1919)
  • Negrinha (1920)
  • A onda verde (1921)
  • O macaco que se fez homem (1923)
  • Mundo da lua (1923)
  • Contos escolhidos (1923)
  • O garimpeiro do Rio das Garças (1924)
  • O choque (1926)
  • Mr. Slang e o Brasil (1927)
  • Ferro (1931)
  • América (1932)
  • Na antevéspera (1933)
  • Contos leves (1935)
  • O escândalo do petróleo (1936)
  • Contos pesados (1940)
  • O espanto das gentes (1941)
  • Urupês, outros contos e coisas (1943)
  • A barca de Gleyre (1944)
  • Zé Brasil (1947)
  • Prefácios e entrevistas (1947)
  • Literatura do minarete (1948)
  • Conferências, artigos e crônicas (1948)
  • Cartas escolhidas (1948)
  • Críticas e outras notas (1948)
  • Cartas de amor (1948)